Muros ou pontes?

fevereiro 22, 2018

Permitam a um velho anarquista (humanista socialista libertário) dizer algumas palavrinhas sobre levantar muros e excluir pessoas.

Gostaria de lembrar aos elitistas, aos racistas, aos segregacionistas e outros tipos de egoístas sobre alguns dos poucos fatos da vida que podemos classificar de reais, não inventados, objetivos, não subjetivos. Fatos estes que são tão incontestáveis que sobre eles não poderia deixar de haver consenso geral, não fôssemos ainda tão primitivos e atrasados como espécie.

Vamos a eles:

1) Países e nacionalidades são meras construções, invenções arbitrárias, baseadas em aspectos subjetivos e historicamente circunscritos. Na realidade, existe APENAS UMA PÁTRIA: A Terra, e APENAS UMA NACIONALIDADE: A Humana.

2) Nós, humanos, somos todos feitos da mesma matéria, carne, sangue, ossos, etc, e todos, SEM EXCEÇÃO, nos tornaremos pó, ao fim desta vida, independentemente daquilo em que cada um acredite. NENHUM humano é basicamente diferente de outro, seja como espécie animal ou como sujeito de direitos.

Assim estamos, após tantos milênios de longo e árduo desenvolvimento da nossa “civilização”, ainda divididos entre dois grupos. Um, é o daqueles que supõem que construindo muros, cidadelas fortificadas, condomínios cercados e eletrificados, proibições e leis anti-humanas, sejam elas civis ou religiosas, vão conseguir viver isolados de seus IRMÃOS humanos.

O outro grupo é o de quem, como eu, não desistiu ainda de acreditar que só iremos conseguir evoluir ainda mais como espécie quanto mais formos capazes de construir PONTES E NÃO MUROS, de darmos as mãos uns aos outros, com empatia, compaixão e solidariedade, sem nos determos em aparentes (ilusórias) diferenças de cor, gênero, idade, crenças ou origem social.

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ANÁLISE DO JULGAMENTO DE LULA PELO TRF DA 4ª REGIÃO

fevereiro 22, 2018

“ANÁLISE DO JULGAMENTO DE LULA PELO TRF DA 4ª REGIÃO” – Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais, responsável pelo Blog Sustentabilidade e Democracia.

Sustentabilidade e Democracia

trf-4Foto: desembargadores da 8ª turma, do TRF da 4ª Região

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais, responsável pelo Blog Sustentabilidade e Democracia.

O julgamento de Lula, pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, tem sido objeto de muita discussão. Jornalistas, advogados não militantes e opinadores de todos os tipos têm se manifestado sobre o assunto, mas são poucos os que se dedicaram a ler e ouvir, com cuidado e responsabilidade o teor da decisão. Não estamos falando de uma partida de futebol, como alguns setores da mídia dão a entender, onde você é à favor ou contra, nem de um fato isolado. Toda, absolutamente toda a decisão judicial tem impacto direto na vida das pessoas. Ela cria algo que chamamos de jurisprudência, que numa linguagem simples “é o somatório das decisões dos tribunais” e vai dirigir a atuação…

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Refutando: ‘Pecuária gera emprego e movimenta bilhões’

fevereiro 21, 2018

Compartilhando ótimo artigo do site “O Holocausto Animal”:

É verdade. Nenhum vegano pode negar: a pecuária sustenta muitas famílias e movimenta bilhões por ano. Só em 2017, esse negócio atingiu 174,4 bilhões de reais no Brasil [1]; a pecuária de corte emprega quase 2 milhões de pessoas [2]. Entretanto, esses dados seriam uma prova de que tal atividade não deve acabar? Para avaliar o argumento pecuarista, precisamos recorrer a algumas estatísticas.

Para boa parte das pessoas, incluindo àquelas que comem carne, a indústria de peles (que esfola animais vivos) e as touradas são algo repulsivo. Tais atividades também são a fonte de renda de muitas famílias: as peles empregam mais de 1 milhão de pessoas e valem 40 bilhões de dólares [3]; já as touradas movimentam 16 milhões de euros por ano [4].

E quando o assunto é a exploração humana? A indústria de pornografia infantil fatura 4 milhões de reais por ano no Brasil — no mundo, 5 bilhões de dólares [5]. Já o crime organizado atinge a marca de 870 bilhões de dólares por ano, sendo que 320 referem-se ao tráfico de drogas [6].

Se partirmos da premissa de que uma atividade deve ser mantida pois determinada quantidade de pessoas se beneficiam financeiramente dela, então teremos de aceitar a pornografia infantil e a indústria de peles.

Mas as pessoas geralmente medem os ganhos e as perdas de certa atividade e concluem que a pornografia infantil, por exemplo, é pior para a sociedade ainda que produza renda, ou isso simplesmente não entra em discussão porque o abuso infantil é inerentemente imoral. Porém, se soubéssemos os prejuízos da pecuária, será que ainda estaríamos inclinados a apoiá-la?

Para os animais, matadouros são péssimos porque são cruéis. Para a natureza, 1 milhão de reais em receita da pecuária geram 22 milhões em prejuízo ambiental [7]. Para o ser humano, o consumo da carne processada se associa à diversas doenças. Além disso, a crueldade contra os animais tem relação com a criminalidade: homens que abusaram de animais têm cinco vezes mais chance de serem presos por violência contra humanos [8].

Resta claro portanto que a exploração animal é ruim sob diversas óticas, e seu fim será benéfico para a sociedade. A vantagem é que aqueles que dependem da pecuária para sobrevivência podem migrar para o mercado vegano.

O Holocausto Animal

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In principio era il femminile

fevereiro 21, 2018

Leonardo Boff: “In principio era il femminile” – 11/02/2018.

Il presente testo vuol essere un piccolo contributo al dibattito sul femminile, profondamente distorto dalla cultura patriarcale dominante. E tanto per cominciare, affermiamo fin da adesso che il femminile è venuto prima. Vediamo come è nato nel processo di sesso-genesi:

Leonardo Boff

Il presente testo vuol essere un piccolo contributo al dibattito sul femminile, profondamente distorto dalla cultura patriarcale dominante. E tanto per cominciare, affermiamo fin da adesso che il femminile è venuto prima. Vediamo come è nato nel processo di sesso-genesi. Varie sono state le tappe.

La vita esisteva sulla Terra già 3,8 miliardi di anni fa. L’antenato comune di tutti i viventi è stato probabilmente un batterio unicellulare senza nucleo che si moltiplicava per divisione interna, a una velocità spaventosa. Questo durò circa un miliardo di anni.

Due miliardi di anni fa, nasceva una cellula con membrana e due nuclei, dentro i quali si trovavano i cromosomi. In questa si identifica l’origine del sesso. Quando avveniva lo scambio di nuclei tra due cellule binucleate, si generava un unico nucleo, con cromosomi appaiati. Prima, erano le cellule che si suddividevano, adesso avviene lo scambio tra due cellule differenti e i loro…

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Violência só produz mais violência!

fevereiro 21, 2018

Os estadunidenses continuam – e provavelmente continuarão ainda por muito tempo – sofrendo as terríveis consequências de sua insana e estúpida paixão por armas de fogo. Os primitivos caipiras da terra do Tio Sam podem ter riqueza material, mas tem pouquíssima riqueza intelectual, social e política. O que faz a festa da poderosíssima indústria de armamentos, que compra, financia e manipula a imensa maioria dos políticos e congressistas daquele país.

E não se enganem: também por aqui, em Terra Brasilis, a chamada “bancada da bala”, isto é, os testas-de-ferro das fábricas de armas e empresas de segurança (estas mesmas que LUCRAM com o crime, por isso jamais terão interesse de que os crimes acabem; pelo contrário!) andam mexendo seus pauzinhos por baixo dos panos para tentar desfazer uma das poucas coisas boas e elogiáveis em vigor no Brasil, o Estatuto do Desarmamento.

Há poucos dias, um pré-candidato à presidência, um conhecido boçal(naro) andou dizendo (mais uma!) tremenda asneira: que vai distribuir uma arma para cada “cidadão de bem”, se for eleito (cruz credo!). E, como sempre, há imbecis ainda mais imbecis do que este bronco primitivo que acreditam que armas são mesmo uma solução. Não entendem, estes parvos, algo básico e evidente: Violência só produz mais violência! Armas não são baldes, não servem para regar plantas; servem para ferir e matar! E cedo ou tarde, serão usadas para este fim. O que precisamos, brasileiros, estadunidenses ou quaisquer outros, é de forças de segurança pública eficientes, bem treinadas e que se utilizem, ao invés de violência e truculência, de estratégia e INTELIGÊNCIA (quando será?????). Estes atributos devem servir, por exemplo, para evitar que armamentos cheguem às mãos de criminosos. Só que isto também significa e exige que se deve por fim à corrupção nas próprias forças de segurança, que são uma das fontes de fornecimento de armas aos bandidos.

Pois, na prática, cidadãos comuns com porte de armas, significam apenas duas coisas: 1) Mais armas para o crime, depois que estes cidadãos, que não são policiais treinados, forem assaltados (e mortos) e tiverem suas suas armas roubadas por criminosos; e 2)  Mais violência doméstica, com crianças/adolescentes matando outras crianças/adolescentes, em casa ou na escola (como nos EUA!); cônjuges matando cônjuges e vizinhos matando vizinhos, por qualquer motivo fútil, e se arrependendo só depois que vidas forem perdidas.

Aliás, se você admira ou concorda com as ideias estúpidas, indefensáveis e atrasadas deste boçal, ou de outros do mesmo tipo, pode me excluir de sua rede social, pois nós fazemos parte de universos distintos e contrastantes.

Quem ainda não viu está perdendo um dos melhores filmes dos últimos tempos: “LOU”

fevereiro 12, 2018
Quem ainda não viu está perdendo um dos melhores filmes dos últimos tempos: “LOU”, sobre a maravilhosa Lou-Andreas Salome! Façam como eu, que aproveitei o feriado para ir ver este filmaço no Centro de Artes da UFF (Universidade Federal Fluminense), aqui em Niterói.
Lou-Andreas Salome foi uma mulher fantástica, admirável, psicanalista original, uma pioneiras feministas e uma intelectual brilhante, que conviveu, influenciou e apaixonou grandes intelectuais e gênios de sua época, como Rilke e Nietzsche. O excelente filme “Lou” faz jus ao brilhantismo daquela mulher fenomenal, retratando sua inspiradora vida, sempre em luta contra o conformismo, o machismo e o autoritarismo típico de sua época (e que, convenhamos, ainda resiste até hoje!)

Bolsa Juiz x Bolsa Família: uma comparação que desnuda os dois Brasis

fevereiro 12, 2018

Neste artigo, um quadro que apresenta a comparação definitiva entre os programas do Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação) e do Bolsa Família. Um retrato do comportamento das elites e do comportamento do povo; um exemplo concreto do tratamento que os ricos dispensam aos pobres no Brasil

Por Mauro Lopes

A diarista Selma Patrícia da Silva, de 42 anos, já foi beneficiária de programas de transferência de renda do governo, mas voluntariamente abriu mão depois que melhorou de vida. Selma diz ter recebido dinheiro do Auxílio Gás, do Bolsa Escola e do Bolsa Família na época em que ela e o marido faziam bicos como doméstica e pedreiro para sustentar os cinco filhos. Após construir a casa onde vive, em Formosa (GO), a diarista decidiu devolver o cartão, em 2013. “Pensei assim: da mesma forma que serviu para os meus filhos, vai ajudar outras pessoas. Acho muita covardia a pessoa não necessitar e ficar recebendo”, relembra Selma.

O juiz Marcelo Bretas tomou um caminho oposto ao de Selma. Ele tornou-se uma “celebridade” há cerca de um ano por suas sentenças duríssimas na Lava Jato, pelas citações bíblicas nas mesmas sentenças, pelo gosto pelas redes sociais e por se apresentar como paladino da moralidade. No entanto, apesar de ele a e mulher, Simone Bretas, também juíza, receberem mais de R$ 60 mil reais mensais, foram à Justiça para “exigir o direito” de ambos receberem o auxílio moradia no valor de R$ 8.754,00 mensais, apesar de morarem terem apartamento próprio no Rio de Janeiro, onde moram. Bretas defendeu seu “direito” e o da mulher à mamata num tuíte apesar de resolução do Conselho Nacional de Justiça haver regulamentado o assunto em 2014 e vetado o auxílio moradia para juízes que têm residência na cidade onde trabalham. Não só brigaram para receber como ainda entraram numa queda de braço com Bradesco para reajustar o aluguel de um de seus imóveis próprios no Rio de R$ 10.685,80 para R$ 20 mil. Isso e ainda contar os R$ 907,00 que o casal juiz/juíza recebem como auxílio alimentação – o que cada um se apossa só em auxílio alimentação já é bem superior ao teto do benefício do Bolsa Família. Somados, os dois benefícios compõem o Bolsa Juiz do casal: R$ 9.661,00 mensais.

São duas maneiras de enxergar o Brasil, a relação com as pessoas e o Estado. Selma entendeu que os recursos do Estado são finitos e que o benefício que ela abriu mão de receber pode ajudar outra pessoas em condição pior que a dela –não por ter ficado rica, apenas por ter ficado menos pobre. Bretas e sua mulher são insaciáveis. Esfolam o Estado como os demais ricos do país. Para eles, os recursos públicos são um espólio de guerra –da guerra contra pobres- sobre o qual avançam com um apetite sem fim. O casal Bretas arranca mensalmente pelo menos R$ 80 mil do Estado direta ou indiretamente. Mas não basta –nunca basta.

O caso de Selma e do casal Bretas é um exemplo do abismo que separa ricos e os pobres no Brasil –e o dinheiro sequer é a maior distância entre eles. A elite brasileira não faz a menor ideia do que significam solidariedade ou compaixão, substantivos muito concretos no cotidiano duro dos mais pobres, que tecem frágeis redes de apoio entre si.

Bretas, Moro, os três desembargadores do TRF4 que condenaram Lula em 24 de janeiro com frases tonitruantes em seus votos, todos eles têm imóveis de alto valor nas cidades em que moram e trabalham –e todos recebem o Bolsa Juiz. Os exemplos não param: um desembargador de São Paulo, José Antonio de Paula Santos Neto, do Tribunal de Justiça, tem 60 imóveis registrados em seu nome na Prefeitura da cidade –mesmo assim açambarca mensalmente o Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação).

O abismo entre a elite do país e os milhões e milhões de pobres tem o tamanho da distância que separa o Bolsa Juiz do Bolsa Família. Tudo o que neste artigo está exemplificado nos casos de Selma, do casal Bretas, de Moro, dos desembargadores do TRF4 e do desembargador dos 60 imóveis é a personificação dos programas Bolsa Juiz e Bolsa Família.

Constate as diferenças brutais entre um e outro. Por trás do Bolsa Juiz está a defesa dos empréstimos subsidiados que os empresários colhem nos bancos públicos, o dinheiro sem conta que deixam de recolher porque impõem uma estrutura tributária que massacra os pobres enquanto isenta-os de todos os lados, os trilhões de dinheiro do povo dos quais apoderam-se há anos, recebendo os juros da dívida pública. Olhando o Bolsa Família é possível sentir o sofrimento, a vida dura, a pobreza do povo brasileiro –mas, igualmente, sua dignidade.

Leonardo Boff

Bolsa Juiz x Bolsa Família: uma comparação que desnuda os dois Brasis

Uma família atendida pelo Bolsa Família e o casal Bretas, símbolo do Bolsa Juiz

Neste artigo, um quadro que apresenta a comparação definitiva entre os programas do Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação) e do Bolsa Família. Um retrato do comportamento das elites e do comportamento do povo; um exemplo concreto do tratamento que os ricos dispensam aos pobres no Brasil

Por Mauro Lopes

A diarista Selma Patrícia da Silva, de 42 anos, já foi beneficiária de programas de transferência de renda do governo, mas voluntariamente abriu mão depois que melhorou de vida. Selma diz ter recebido dinheiro do Auxílio Gás, do Bolsa Escola e do Bolsa Família na época em que ela e o marido faziam bicos como doméstica e pedreiro para sustentar os cinco filhos. Após construir a casa…

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Refeição ou crime?

fevereiro 12, 2018

Comida que tinha um rosto, tentou resistir à captura e gritou e sangrou ao ser morta, não é comida, é um SER ASSASSINADO!!!!

Conheça as leis para denunciar maus-tratos aos animais:

fevereiro 10, 2018

POR FAVOR, DIVULGUEM!!! Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado.” Elie Wiesel
O seu silêncio é tudo que um criminoso precisa pra continuar maltratando animais.

Não se omita! Conheça as leis:

Para agir no momento em que se toma conhecimento de um caso de maus-tratos, é importante conhecer as leis que regem este tipo de crime e, assim, dirigir-se à autoridade competente já munido das informações necessárias. Esteja atento, pois um fato pode acontecer perto de você, e a sua ação pode fazer a diferença na hora de salvar a vida de um ser vivo.

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais:

– Art. 32 – Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
A pena será de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer a morte do animal.
Além dela, o Decreto-Lei n° 24645/34 dá proteção legal aos animais desde os tempos de Getúlio Vargas.
E a Constituição Federal de 1988 diz, em seu artigo 225, parágrafo 1°, que cabe ao Poder Público:

VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;

VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.

Ronaldo Caiado diz que ‘extremismo’ prejudicou animais no Porto de Santos

fevereiro 10, 2018

O INFERNO É POUCO PARA ESTES MALDITOS QUE COLOCAM OS LUCROS ACIMA DA DECÊNCIA, DA COMPAIXÃO E DA CONSCIÊNCIA! SOFRERÃO AMARGAMENTE POR TODA A ETERNIDADE AS CONSEQUÊNCIAS DE SEU EGOÍSMO ATROZ E NOJENTA AMBIÇÃO POR DINHEIRO, DESPREZANDO A VIDA HUMANA E A DOS ANIMAIS INOCENTES! MALDITO BASTARDO!!

Ao defender a exportação de gado vivo, senador Ronaldo Caiado (DEM) criticou os defensores dos animais que tentaram impedir a saído do navio Nada do Porto de Santos.

O Holocausto Animal

Ao defender a exportação de gado vivo, senador Ronaldo Caiado (DEM) criticou os defensores dos animais que tentaram impedir a saído do navio Nada do Porto de Santos.

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