Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Quem ainda não viu está perdendo um dos melhores filmes dos últimos tempos: “LOU”

fevereiro 12, 2018
Quem ainda não viu está perdendo um dos melhores filmes dos últimos tempos: “LOU”, sobre a maravilhosa Lou-Andreas Salome! Façam como eu, que aproveitei o feriado para ir ver este filmaço no Centro de Artes da UFF (Universidade Federal Fluminense), aqui em Niterói.
Lou-Andreas Salome foi uma mulher fantástica, admirável, psicanalista original, uma pioneiras feministas e uma intelectual brilhante, que conviveu, influenciou e apaixonou grandes intelectuais e gênios de sua época, como Rilke e Nietzsche. O excelente filme “Lou” faz jus ao brilhantismo daquela mulher fenomenal, retratando sua inspiradora vida, sempre em luta contra o conformismo, o machismo e o autoritarismo típico de sua época (e que, convenhamos, ainda resiste até hoje!)
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Bolsa Juiz x Bolsa Família: uma comparação que desnuda os dois Brasis

fevereiro 12, 2018

Neste artigo, um quadro que apresenta a comparação definitiva entre os programas do Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação) e do Bolsa Família. Um retrato do comportamento das elites e do comportamento do povo; um exemplo concreto do tratamento que os ricos dispensam aos pobres no Brasil

Por Mauro Lopes

A diarista Selma Patrícia da Silva, de 42 anos, já foi beneficiária de programas de transferência de renda do governo, mas voluntariamente abriu mão depois que melhorou de vida. Selma diz ter recebido dinheiro do Auxílio Gás, do Bolsa Escola e do Bolsa Família na época em que ela e o marido faziam bicos como doméstica e pedreiro para sustentar os cinco filhos. Após construir a casa onde vive, em Formosa (GO), a diarista decidiu devolver o cartão, em 2013. “Pensei assim: da mesma forma que serviu para os meus filhos, vai ajudar outras pessoas. Acho muita covardia a pessoa não necessitar e ficar recebendo”, relembra Selma.

O juiz Marcelo Bretas tomou um caminho oposto ao de Selma. Ele tornou-se uma “celebridade” há cerca de um ano por suas sentenças duríssimas na Lava Jato, pelas citações bíblicas nas mesmas sentenças, pelo gosto pelas redes sociais e por se apresentar como paladino da moralidade. No entanto, apesar de ele a e mulher, Simone Bretas, também juíza, receberem mais de R$ 60 mil reais mensais, foram à Justiça para “exigir o direito” de ambos receberem o auxílio moradia no valor de R$ 8.754,00 mensais, apesar de morarem terem apartamento próprio no Rio de Janeiro, onde moram. Bretas defendeu seu “direito” e o da mulher à mamata num tuíte apesar de resolução do Conselho Nacional de Justiça haver regulamentado o assunto em 2014 e vetado o auxílio moradia para juízes que têm residência na cidade onde trabalham. Não só brigaram para receber como ainda entraram numa queda de braço com Bradesco para reajustar o aluguel de um de seus imóveis próprios no Rio de R$ 10.685,80 para R$ 20 mil. Isso e ainda contar os R$ 907,00 que o casal juiz/juíza recebem como auxílio alimentação – o que cada um se apossa só em auxílio alimentação já é bem superior ao teto do benefício do Bolsa Família. Somados, os dois benefícios compõem o Bolsa Juiz do casal: R$ 9.661,00 mensais.

São duas maneiras de enxergar o Brasil, a relação com as pessoas e o Estado. Selma entendeu que os recursos do Estado são finitos e que o benefício que ela abriu mão de receber pode ajudar outra pessoas em condição pior que a dela –não por ter ficado rica, apenas por ter ficado menos pobre. Bretas e sua mulher são insaciáveis. Esfolam o Estado como os demais ricos do país. Para eles, os recursos públicos são um espólio de guerra –da guerra contra pobres- sobre o qual avançam com um apetite sem fim. O casal Bretas arranca mensalmente pelo menos R$ 80 mil do Estado direta ou indiretamente. Mas não basta –nunca basta.

O caso de Selma e do casal Bretas é um exemplo do abismo que separa ricos e os pobres no Brasil –e o dinheiro sequer é a maior distância entre eles. A elite brasileira não faz a menor ideia do que significam solidariedade ou compaixão, substantivos muito concretos no cotidiano duro dos mais pobres, que tecem frágeis redes de apoio entre si.

Bretas, Moro, os três desembargadores do TRF4 que condenaram Lula em 24 de janeiro com frases tonitruantes em seus votos, todos eles têm imóveis de alto valor nas cidades em que moram e trabalham –e todos recebem o Bolsa Juiz. Os exemplos não param: um desembargador de São Paulo, José Antonio de Paula Santos Neto, do Tribunal de Justiça, tem 60 imóveis registrados em seu nome na Prefeitura da cidade –mesmo assim açambarca mensalmente o Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação).

O abismo entre a elite do país e os milhões e milhões de pobres tem o tamanho da distância que separa o Bolsa Juiz do Bolsa Família. Tudo o que neste artigo está exemplificado nos casos de Selma, do casal Bretas, de Moro, dos desembargadores do TRF4 e do desembargador dos 60 imóveis é a personificação dos programas Bolsa Juiz e Bolsa Família.

Constate as diferenças brutais entre um e outro. Por trás do Bolsa Juiz está a defesa dos empréstimos subsidiados que os empresários colhem nos bancos públicos, o dinheiro sem conta que deixam de recolher porque impõem uma estrutura tributária que massacra os pobres enquanto isenta-os de todos os lados, os trilhões de dinheiro do povo dos quais apoderam-se há anos, recebendo os juros da dívida pública. Olhando o Bolsa Família é possível sentir o sofrimento, a vida dura, a pobreza do povo brasileiro –mas, igualmente, sua dignidade.

Leonardo Boff

Bolsa Juiz x Bolsa Família: uma comparação que desnuda os dois Brasis

Uma família atendida pelo Bolsa Família e o casal Bretas, símbolo do Bolsa Juiz

Neste artigo, um quadro que apresenta a comparação definitiva entre os programas do Bolsa Juiz (auxílio moradia + auxílio alimentação) e do Bolsa Família. Um retrato do comportamento das elites e do comportamento do povo; um exemplo concreto do tratamento que os ricos dispensam aos pobres no Brasil

Por Mauro Lopes

A diarista Selma Patrícia da Silva, de 42 anos, já foi beneficiária de programas de transferência de renda do governo, mas voluntariamente abriu mão depois que melhorou de vida. Selma diz ter recebido dinheiro do Auxílio Gás, do Bolsa Escola e do Bolsa Família na época em que ela e o marido faziam bicos como doméstica e pedreiro para sustentar os cinco filhos. Após construir a casa…

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Refeição ou crime?

fevereiro 12, 2018

Comida que tinha um rosto, tentou resistir à captura e gritou e sangrou ao ser morta, não é comida, é um SER ASSASSINADO!!!!

Conheça as leis para denunciar maus-tratos aos animais:

fevereiro 10, 2018

POR FAVOR, DIVULGUEM!!! Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado.” Elie Wiesel
O seu silêncio é tudo que um criminoso precisa pra continuar maltratando animais.

Não se omita! Conheça as leis:

Para agir no momento em que se toma conhecimento de um caso de maus-tratos, é importante conhecer as leis que regem este tipo de crime e, assim, dirigir-se à autoridade competente já munido das informações necessárias. Esteja atento, pois um fato pode acontecer perto de você, e a sua ação pode fazer a diferença na hora de salvar a vida de um ser vivo.

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais:

– Art. 32 – Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.
A pena será de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer a morte do animal.
Além dela, o Decreto-Lei n° 24645/34 dá proteção legal aos animais desde os tempos de Getúlio Vargas.
E a Constituição Federal de 1988 diz, em seu artigo 225, parágrafo 1°, que cabe ao Poder Público:

VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;

VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.

Ronaldo Caiado diz que ‘extremismo’ prejudicou animais no Porto de Santos

fevereiro 10, 2018

O INFERNO É POUCO PARA ESTES MALDITOS QUE COLOCAM OS LUCROS ACIMA DA DECÊNCIA, DA COMPAIXÃO E DA CONSCIÊNCIA! SOFRERÃO AMARGAMENTE POR TODA A ETERNIDADE AS CONSEQUÊNCIAS DE SEU EGOÍSMO ATROZ E NOJENTA AMBIÇÃO POR DINHEIRO, DESPREZANDO A VIDA HUMANA E A DOS ANIMAIS INOCENTES! MALDITO BASTARDO!!

Ao defender a exportação de gado vivo, senador Ronaldo Caiado (DEM) criticou os defensores dos animais que tentaram impedir a saído do navio Nada do Porto de Santos.

O Holocausto Animal

Ao defender a exportação de gado vivo, senador Ronaldo Caiado (DEM) criticou os defensores dos animais que tentaram impedir a saído do navio Nada do Porto de Santos.

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A RESPONSABILIDADE DOS BANCOS PELOS CRIMES ELETRÔNICOS

fevereiro 10, 2018

A RESPONSABILIDADE DOS BANCOS PELOS CRIMES ELETRÔNICOS – Sandro A. Miranda

Sustentabilidade e Democracia

1_OajRWGyBPvjbWOoF_vn9xwFoto: centavos de dólar

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, responsável pelo Blog Sustentabilidade e Democracia

Qual é a função principal de um banco? Se fizermos um apanhado histórico, vamos notar que estes foram criados ainda na Fenícia e em Roma com duas funções precípuas: trocar moedas para dar funcionalidade ao mercado e garantir a segurança do dinheiro que passaram a receber como depósito. Somente muito tempo depois, já na Itália Medieval, é que os bancos também passaram a emprestar valores a juros, em razão da existência de depósitos nos seus cofres que lhe serviam de garantia.

Portanto, modernamente, é imperativa a classificação dos bancos como “prestadores de serviços”, tal qual a definição do Código de Defesa do Consumidor. Nada, absolutamente nada do que acontece dentro de um banco como atividade comercial, deixa de ser uma prestação de serviço. E é dever do prestador garantir a…

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A ECONOMIA DA FELICIDADE

fevereiro 10, 2018

“A ECONOMIA DA FELICIDADE” – Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciência sociais, responsável pelo Blog Sustentabilidade e Democracia.

O conceito Felicidade Interna Bruta (FIB) não é novo, foi criado em 1972 pelo Rei Butanês Jigme Singya Wangchuck. Na época, o seu país enfrentava uma crise gigantesca e com o apoio das Nações Unidas o líder do pequeno país asiático propôs uma nova forma de organização socioeconômica que fosse ao mesmo tempo capaz de produzir a riqueza necessária para atender a sua população, mas que permitisse, por outro lado, a valorização dos princípios espirituais e de solidariedade da cultura budista.

Os pilares básicos da FIB são bastante claros e muito mais amplos do que a base economicista do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB): preservação e promoção dos valores culturais, resiliência ecológica e desenvolvimento sustentável, boa governança com participação da sociedade, valorização da vitalidade comunitária, saúde como uma garantia de vida aos cidadãos e cidadãs, desenvolvimento com o pressuposto da inclusão e da potencialização do padrão de vida, diminuição da jornada de trabalho e promoção do tempo livre e do lazer, estímulo às atividades esportivas, igualdade entre os gêneros e liberdade de pensamento.
(Continua; clique no linque para ler tudo)

Sustentabilidade e Democracia

butãoFoto: crianças butanesas.

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciência sociais, responsável pelo Blog Sustentabilidade e Democracia

O conceito Felicidade Interna Bruta (FIB) não é novo, foi criado em 1972 pelo Rei Butanês Jigme Singya Wangchuck. Na época, o seu país enfrentava uma crise gigantesca e com o apoio das Nações Unidas o líder do pequeno país asiático propôs uma nova forma de organização socioeconômica que fosse ao mesmo tempo capaz de produzir a riqueza necessária para atender a sua população, mas que permitisse, por outro lado, a valorização dos princípios espirituais e de solidariedade da cultura budista.

Os pilares básicos da FIB são bastante claros e muito mais amplos do que a base economicista do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB): preservação e promoção dos valores culturais, resiliência ecológica e desenvolvimento sustentável, boa governança com participação da sociedade, valorização da vitalidade comunitária, saúde como…

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‘Jamais vou esquecer eles nos olhando’, diz ativista que esteve no Porto de Santos

fevereiro 10, 2018

A AMALDIÇOADA RAÇA “HUMANA” JAMAIS TERÁ PAZ ENQUANTO NÃO PARAR DE MALTRATAR, ESCRAVIZAR E MATAR SERES PUROS E INOCENTES!
Ainda está difícil digerir o que Andressa Ciccone presenciou no Porto de Santos. Ativista e vegana, ela participa das manifestações contra a exportação de carga viva desde o início, em dezembro. Entrevistada pelo Holocausto Animal hoje (5), Andressa contou que “jamais” irá “esquecer eles [os bois] nos olhando”.

Antes da decisão que permitiu o embarque do Nada à Turquia, um grupo de 12 ativistas alugou, na tarde de ontem (4), um barco próximo do Porto de Santos na tentativa de registrar a condição dos animais da lateral do navio.

“Vimos vários deles… ficaram nos olhando, por isso não esqueço. Um deles nos encarou e ficou lambendo o ferro”, relatou Andressa.

Já os funcionários do navio riram dos ativistas durante a manifestação, mesmo estando cientes da crueldade presente na embarcação. Em prantos, Andressa pediu perdão para os animais diversas vezes, relembrando a inocência de cada boi confinado no navio, traídos pela espécie humana.

O Holocausto Animal

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Los animales, portadores de derechos: hay que respetarlos!

fevereiro 9, 2018

Los animales, portadores de derechos: hay que respetarlos!

Leonardo Boff

La aceptación o no de la dignidad de los animales depende del paradigma (visión del mundo y valores) que cada cual asume. Hay dos paradigmas que vienen de la más remota antigüedad y perduran hasta hoy.<p>

El primero entiende al ser humano como parte de la naturaleza y, junto a ella, un convidado más a participar en la inmensa comunidad de vida que existe hace ya 3,8 mil millones de años. Cuando la Tierra estaba prácticamente terminada con toda su biodiversidad irrumpimos nosotros en el escenario de la evolución como un miembro más de la naturaleza. Ciertamente dotados con una singularidad, la de tener la capacidad de sentir, pensar, amar y cuidar. Esto no nos da el derecho de juzgarnos dueños de esa realidad que nos antecedió y que creó las condiciones para que surgiésemos nosotros. La culminación de la evolución se dio con el surgimiento de la vida, no…

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Frei Betto: Comunidades Eclesiais de Base: CEBs

fevereiro 8, 2018

Frei Betto: Comunidades Eclesiais de Base: CEBs

Leonardo Boff

 Frei Betto junto com outros teólogos especialmente com Dom Luis Fernades, bispo-auxiliar de Vitória já nos anos inícios dos anos 70  do século passado organizaram os Encontros das Comunidades Eclesiais de Base. Eles se firmaram e já agora foi celebrado o 14. encontro com a presença de cerca de 5 mil pessoas. A imprensa não se interessa por eventos desta natureza, mas eles são importantes porque mostram como, ao redor do elemento religioso e ecumênico, gente do povo se organiza, participa ativamene da vida social e também política no seu sentido mais vasto. Publicamos aqui um pequeno relato do que foi o Encontro das CEBs realizado em Londrina e sua importância para a vida da Igreja que se renova indo para as bases e mostrando seu potencial libertador. Lboff

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Londrina (PR) abrigou, na semana de 21 a 27 de janeiro, o 14º Intereclesial Nacional das Comunidades Eclesiais de…

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