Archive for maio \13\UTC 2011

Eu bem concordo com o Arnaldo Jabor quando ele diz que “pelo menos, o Bolsonaro se assume”. Se assume como retrógrado e estúpido, claro, porque eu, pessoalmente, acho que tem algumas coisas em que o Bostonaro ainda não se assumiu, ha ha ha! Mas voltando ao que disse o Jabor, eu também acho isso: pelo menos o Boçalnaro se assume como verdadeiro boçal, com seu jeito natural de ser um troglodita e dá a cara a tapa (como provou a brava Senadora Marinor Brito; bravo, Senadora!). Muito piores, em minha opinião, são aqueles que disfarçam/escondem seus preconceitos arraigados sob uma capa de bonança (os hipócritas representantes de diversas religiões cristãs que o digam)!

maio 13, 2011

Trecho copiado da Wikipedia sobre direitos dos animais: “Diferentes posições A defesa dos direitos animais se dá com base em diferentes pontos de vista filosóficos: [editar]Posição baseada em direitos A posição baseada em direitos tem como seu representante pioneiro o filósofo Tom Regan (The Case for Animal Rights e Jaulas Vazias). A teoria de Regan sobre a inclusão de não-humanos na comunidade moral tem como base a noção de animais como “sujeitos-de-uma-vida”. Segundo Regan, os direitos morais dos humanos são baseados na posse de certas habilidades cognitivas. Essas habilidades seriam certamente compartilhadas por alguns animais não-humanos, tais como mamíferos com pelo menos um ano de idade. Sendo assim, ao menos estes animais deveriam ter direitos morais semelhantes aos humanos. Animais considerados como “sujeitos-de-uma-vida” têm um valor intrínseco como indivíduos, e não podem ser tratados exclusivamente como meios para um fim. Isso é também chamado visão de “dever direto”. De acordo com Regan, nós deveríamos abolir a criação de animais para comida, experimentação e caça comercial. Enquanto filósofos utilitaristas como Peter Singer se concentram em defender a melhoria do tratamento dos animais mas ao mesmo tempo aceitam que estes podem ser legitimamente usados para benefício (humano ou não-humano), Regan acredita que temos a obrigação moral de tratar animais com o mesmo respeito com o qual tratamos pessoas, e aplica a ideia estrita Kantiana que não-humanos nunca deveriam ser sacrificados como simples meios para fins, e sim como fins para eles mesmos. É notável a ideia de que mesmo Kant não acreditava que animais não-humanos eram assunto para o que ele chamava de lei moral; ele acreditava que nós temos o dever moral de mostrar compaixão porque não podemos nos embrutecer, e não pelos animais em si. A inclusão de todos os animais sencientes na comunidade moral é defendida pelo filósofo e scholar em Direito Gary Francione. Francione afirma que a senciência é o único determinante válido para o status moral, diferentemente de Regan que vê degraus qualitativos em experiências subjetivas de “sujeitos-de-uma-vida” de quem cai nesta categoria. O trabalho de Francione (Introduction to Animal Rights, et al.) tem a premissa básica de que a condição de propriedade atualmente atribuída aos animais não-humanos impede que eles tenham qualquer direito garantido. Ele aponta que falar em igual consideração de interesses de uma propriedade contra o próprio interesse do proprietário é uma ideia absurda. Sem o direito básico de não ser propriedade, animais não-humanos não terão quaisquer direitos, ele diz. Por sugerir a abolição da condição de propriedade dos animais, o termo abolicionismo é utilizado para designar esta ideia. A posição abolicionista acredita que o movimento de direitos animais deve se basear no princípio de não-violência e na educação para o veganismo como uma forma de colocar em prática as mudanças no próprio dia-a-dia. Francione afirma que não há atualmente um movimento de direitos animais nos Estados Unidos, mas somente um movimento bem-estarista. Alinhado em sua posição filosófica e em seu trabalho legal pelos direitos animais (Animal Rights Law Project [1]) na Rutgers University, ele aponta que um esforço para aqueles que não advogam a abolição do status de propriedade dos animais é desorientado, em seus inevitáveis resultados na institucionalização da exploração animal. Em sua lógica inconsistente e falida nunca alcançarão seus objetivos melhorando as condições de tratamento (posição neo-bem-estarista), ele argumenta. Pior que isso, Francione acredita que muitos grupos estão a tornar mais eficiente e lucrativo o negócio de exploração animal. Francione sustenta que a sociedade dando o status de membros da família para cães e gatos e ao mesmo tempo matando galinhas, vacas e porcos para alimentação sofre de uma “esquizofrenia moral”. Posição utilitarista: A posição utilitarista tem como principal representante o filósofo australiano Peter Singer. Embora Singer seja considerado erroneamente o fundador do movimento atual de direitos animais, sua posição frente o status moral dos animais não é baseada no conceito de direitos, mas em um conceito utilitarista de igual consideração de interesses. No seu livro Libertação Animal de 1975, ele argumenta que os humanos devem ter como base de consideração moral não a inteligência (temos o caso uma criança ou uma pessoa com problemas mentais) nem na habilidade de fazer julgamentos morais (criminosos e insanos) ou em qualquer outro atributo que é inerentemente humano, mas sim na habilidade de experienciar a dor. Como animais também experienciam a dor, ele argumenta que excluir animais dessa forma de consideração é uma discriminação chamada “especismo.” Singer diz que as formas mais comuns que humanos usam animais não são justificáveis, porque os benefícios para os humanos são ignoráveis comparado à quantidade de dor animal necessária para construção desses benefícios. E também porque os mesmos benefícios poderiam ser obtidos de formas que não envolvessem o mesmo grau de sofrimento.”

maio 8, 2011

Algumas frases geniais do poeta Ferreira Gullar, um de meus ídolos, em palestra sobre artes plásticas anteontem (04/5/11) na Casa do Saber (RJ): “O poeta é um pintor que sabe dizer as coisas com palavras”; “Vik Muniz é exemplo de como se pode ser moderno sem usar recursos do passado e fazer uma coisa bonita e interessante. O impacto dele é a beleza, e não ser rpugnante ou constrangedor”. Ateu, Gullar diz que não engole toda essa ladainha religiosa que seria a “explicação” pelos atos sanguinários terroristas pelo mundo afora. “Alá mandou? Ah, vai tomar banho! Se o Deus deles existe, é feroz e manda matar, sou mais o meu, que não existe, mas também não manda matar ninguém.” Genial!!! Faço minhas também as palavras do sábio poeta!

maio 6, 2011

Gostei muito deste texto na coluna do Góis (jornal O Globo) de hoje (06/5/11): “Os EUA são a maior democracia do mundo, exemplo de liberdade e referência nas garantias dos direitos individuais. Mas isto só vale para seus cidadãos. Fora de seu território, agem como uma ditadura: torturam, matam, invadem países, subornam e sequestram”.

maio 6, 2011

Algumas opiniões sobre o assassinato de Bin Laden divulgadas na mídia com as quais eu concordo: “Justiça, nos velhos tempos, significava processo legal, uma corte, audiência, defesa e um julgamento.” – Robert Fisk “De fato, passado o ufanismo patriótico, não vai ser difícil perceber que não é recomendável festejar a ação de um Estado “democrático” (aspas minhas – Paulo) que preferiu executar sumariamente o inimigo a prendê-lo e julgá-lo (…)” – Zuenir Ventura “Também não é um bom exemplo o precedente de um país invadir o outro com forças de segurança para caçar um criminoso. Ontem (03/5/11), isso foi feito com razão; amanhã, pode-se não precisar dela para fazer o mesmo em outro lugar.” – Zuenir Ventura E, finalmente, a ótima opinião de um músico norte-americano, cujo nome eu não consegui identificar quando ouvi na TV: “Apesar disto ser bom para Obama, que é um bom presidente, sinto-me estranho vendo a celebração coletiva pelo assassinato de alguém; não consigo comemorar uma coisa assim…”

maio 5, 2011

Apesar de eu ser fã do Presidente Barack Obama, não compartilho do furor ufanista dos ianques com o assassinato de Osama Bin Laden. Não há dúvidas de que este último era um terrorista, mas não vamos nos esquecer que o governo dos EUA também nunca deixou de praticar atos terroristas contra outras nações (o governo do ex-Presidente Brasileiro João Goulart que o diga!). Portanto, as operações terroristas orquestradas na Casa Branca também são responsáveis pelo surgimento e pelas ações (de retaliação) de inúmeros outros terroristas ao redor do mundo.

maio 4, 2011

Osama Bin Laden já era. O mundo fica livre de mais um radical religioso disposto a cometer qualquer ato de intolerância para impor sua opinião religiosa sobre os outros. Agora só faltam sumir também o Ratzinger (vosso papa), o “bispo” Macedo, os mafiosos do Opus Dei, os pervertidos da TFP, o Bostonaro, os boçais que condenaram as charges sobre Maomé, etc, etc, etc…

maio 3, 2011