Archive for outubro \22\UTC 2012

Is There Such a Thing as ‘Humane’ Meat?

outubro 22, 2012

Many PETA members have contacted us to ask whether they should support so-called “humane” meat. It’s a question that we all should be asking because this issue is very important—particularly for the billions of animals who are killed for our plates every year.

If you look around, society is at a turning point. Everyone from the NFL’s Arian Foster to Bill Clinton to Anne Hathaway is talking about how going vegan boosts one’s energy and keeps one looking slim and healthy. Grocery stores are packed with tasty vegan foods, from faux meats such as vegan chicken and ribs to dairy-free products such as rice milk ice cream and vegan cheese! It’s no longer a chore to ask for a vegan meal in restaurants, including steakhouses, and there are now vegan options at schools across the country. Some universities even have all-vegan cafeterias.

Now, more than ever before, it is time to be kind to animals by not paying someone else to slaughter them—something that happens even on so-called “humane” farms.

PETA has pushed hard and will continue to push hard to reduce the sum total of suffering in the meat, dairy, and egg industries—because that makes a huge difference if you are a pig or a chicken on a factory farm. We’ve stopped PETA protests outside Burger King or McDonald’s restaurants when those companies agreed to reforms, but that doesn’t mean that we would ever suggest eating meat from Burger King or anywhere else—because we know that massive suffering still goes into every bite. Yes, it’s better to pay extra for an egg from a chicken who had a marginally less hideous life than one who suffered more, but we must do better by animals. In fact, we have yet to find a “humane” factory farm where animals don’t have their tails cut off and their ears painfully notched, where they aren’t debeaked, dehorned, or castrated without anesthesia, where they aren’t kept in crowded conditions without sunlight or fresh air, where they don’t have their beloved children taken away from them, where they aren’t denied the companionship of others, where they aren’t sent to a feedlot, or where they are instantly dispatched without the trauma of capture, the horror of transportation, or the terror of seeing other animals killed before suffering the same fate.

There is no such thing as humane meat. Giving animals a few more inches of living space is simply not enough. Animals deserve more. The momentum is on our side, but it will take every one of us to bring this change about by being active advocates of animal rights. Thank you!

Kind regards,

Ingrid E. Newkirk
President
People for the Ethical Treatment of Animals

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Are you paying for tests on animals?

outubro 22, 2012

Are you paying for tests on animals? For many compassionate people just like you, the answer could unintentionally be yes. Right now many unsuspecting consumers are purchasing products from companies that continue to conduct cruel—and entirely unnecessary—tests that will cost countless animals their lives.

This includes some corporations that have publicly stated that they are against animal tests! Major companies like Revlon, Avon, Mary Kay, and Estée Lauder have gone back on their pledge to refuse to allow animals to be poisoned or blinded in order to market their products in China, a country with an abysmal animal-protection record that requires cruel and archaic tests on animals for common consumer products and their ingredients.

The horrors suffered by animals in product-testing laboratories have been documented over and over again, yet for some companies, the misery inflicted upon thousands of rabbits, mice, and other animals seems to be a small price to pay for access to developing consumer markets such as China’s. These animals are poisoned and blinded in an array of painful, archaic, and often deadly experiments for cosmetics and personal-care products. Sometimes these tests involve forcing substances into animals’ stomachs, exposing sensitive skin to caustic compounds many times what consumers would be exposed to in their entire lifetime, and dripping chemicals into an animal’s eyes to the point of painful deterioration and blindness. These types of barbaric tests do nothing to ensure consumer safety but are instead often conducted for use in fighting consumer liability claims or to meet the archaic requirements of governments like China’s.

All four of the cosmetics giants that I mentioned here were once on PETA’s list of cruelty-free companies. But now they have resumed paying for experiments on animals in order to meet Chinese regulations. They all appear to have accepted that animals should pay the high cost for the companies’ efforts to expand into new overseas markets.

This is a fight that we can—and will—win. While some companies have shed their cruelty-free policies for a share of the profits from China, others such as Paul Mitchell and Urban Decay have committed to their principles by refusing to enter a market that requires them to fund deadly animal experiments in order to sell their products. Right now, scientists funded partially by PETA are training Chinese scientists to use better non-animal testing methods and are working with Chinese officials to gain approval for that country’s first non-animal testing methods for cosmetics ingredients.

Our continued progress in halting deadly experiments on animals is dependent upon one thing: the support of compassionate people just like you. PETA is committed to seeing an end to the suffering of animals in experiments like those I’ve described here.

Ingrid E. Newkirk
President

PETA

Trecho de entrevista recente com o genial Luis Fernando Verissimo!!!

outubro 22, 2012

Trecho de entrevista recente, publicada na grande imprensa em  19/10/2012, com o genial escritor e cronista Luis Fernando Verissimo!!!

Repórter: – Em relação ao mundo, o senhor sente um tipo de desilusão histórica?

Luis Fernando Verissimo: – Acho que quem tem algum tipo de perspectiva digamos de esquerda, para simplificar – se bem que hoje não há muito mais sentido falar de esquerda e de direita – esperava que o mundo marchasse para outra coisa. Não necessariamente o comunismo, que fracassou na União Soviética, mas um socialismo, a solidariedade, enfim, um outro tipo de sociedade, que ao que parece está cada vez mais longe. O capitalismo se perdeu, se entregou ao capitalismo financeiro, que hoje domina, e a ideia de solidariedade humana, de sociedades solidárias, de justiça, está cada vez mais remota. e neste sentido é um desencanto que se tem.

Apesar de proibidas, ainda rolam lutas de cães com ursos no Paquistão!

outubro 22, 2012

Apesar de proibidas, ainda rolam lutas de cães com ursos no Paquistão!
MALDITOS SERES HUMANOS, PIOR ESPÉCIE DO PLANETA TERRA!!!!
ANIMAIS SÃO APENAS FEROZES NO CONTEXTO NATURAL DO MEIO-AMBIENTE.
SOMENTE OS SERES “HUMANOS” SÃO CRUÉIS, COVARDES E VIOLENTOS E SE DIVERTEM COM MATANÇA E SOFRIMENTO!!! MALDITA ESPÉCIE HUMANA, DESGRAÇA DO PLANETA!!!
POR FAVOR, ASSINEM A PETIÇÃO INTERNACIONAL CONTRA MAIS ESTA MALDADE DA RAÇA DESUMANA CONTRA ANIMAIS INOCENTES E INDEFESOS!!!
OBRIGADO!!!

Segue o link abaixo:

<a href=”http://www.gopetition.com/petitions/stop-bear-baiting-in-pakistan.html”>Stop bear baiting in Pakistan Petition | GoPetition</a>

Nem todas as notícias atuais são ruins…

outubro 22, 2012

Nem todas as notícias atuais são ruins… Vejam esta manchete publicada na capa do jornal O Globo em 09/10/2102: ” Enquanto isso, nos EUA…:  Protestantes deixam se ser maioria. Uma pesquisa indica que, pela primeira vez na História, os protestantes deixaram de ser maioria nos EUA (…). Uma razão é o aumento do número dos sem-religião.”

Este último dado, para mim, é alvissareiro. Apesar de vermos em todo o mundo o crescimento de um certo tipo de fanatismo religioso, associado à ignorância, alienação, crendices e medo do “fim do mundo”, também vemos um aumento do número de pessoas que se libertam da superstição e do domínio das religiões, graças aos avanços nas áreas de educação, ciência e tecnologia.

Paulo Sisinno

Trecho de entrevista do filósofo francês Michel Onfray

outubro 22, 2012

Trecho de entrevista do magnífico filósofo francês Michel Onfray, publicado em O Globo em 10/10/2012.

Repórter:  – Como o senhor avalia o embate entre a razão filosófica e a religião no mundo contemporâneo?

Michel Onfray: – A razão é sempre minoritária, e a religião sempre majoritária, pois a inteligência é mais rara do que a obediência. As pessoas preferem uma ficção que lhes dê segurança, uma lenda que lhes apazigue, histórias para crianças que lhes permitam dormir tranquilos, em vez de verdades que inquietam, certezas que angustiam. É por isto que a religião jamais desaparecerá do planeta, e porque os filósofos dignos deste nome serão sempre minoritários.

Trecho de entrevista do sociólogo Richard Sennett

outubro 22, 2012

“Desenvolver habilidades exige tempo para cultivar relações com outras pessoas, tempo para aprender com os próprios erros. Mas o neoliberalismo trata esse processo de cultivo das habilidades como improdutivo e ineficiente. Então, o que temos são ambiente de trabalho com péssimas relações, que não dão aos trabalhadores condições para se desenvolver.”

 

Trecho de entrevista do sociólogo Richard Sennett, autor de “Juntos: os rituais, os prazeres e a política de cooperação”.

Trecho de entrevista do filósofo Michael J. Sandel

outubro 22, 2012

“(…) Estamos virando uma sociedade de mercado, adotando um estilo de vida no qual os valores de mercado invadem quase tudo em nosso cotidiano. Minha preocupação é que isso nunca foi debatido. Escolhemos viver assim? O dinheiro deve valer mais do que outros bens e práticas sociais?  Ele deve invadir, como vem invadindo, vida familiar, amizade, sexo, procriação, juventude, educação, natureza, arte, esporte e até como encaramos a morte? Para mim, o grande debate que falta nas democracias atuais é sobre até que ponto o mercado serve ao bem comum, ao bem público e em que locais ele simplesmente não deve entrar.”

Michael J. Sandel, filósofo dos EUA, autor do livro “O que o dinheiro não compra: os limites morais do mercado” (Civilização Brasileira, tradução de Clóvis Marques)

Trecho do maravilhoso artigo “Entre Jesus e Dirceu”, de Arnaldo Jabor

outubro 21, 2012

Trecho do maravilhoso artigo “Entre Jesus e Dirceu”, do sempre arguto e afiado Arnaldo Jabor, publicado na grande imprensa em 02/10/12:

” (…) milhões de eleitores que são dominados mentalmente pelos donos dos infames supermercados da fé, donos também de casas, aviões e prédios em Miami, comprados com o dízimo dos pobres. (…) Este é um fato gravíssimo: a “islamização” da política sob dogmas da fé acrescenta um sabor medieval, oriental à demagogia. A ignorância política agrada muito aos comandantes do atraso, pois facilita o cabresto para as urnas e fortifica o evangelismo de mercado. Os “bispos” de gravata não acreditam em Deus e só pensam nos bilhões que juntam em notinhas surradas nos bolsos vazios dos pobres que pagam para ter esperança.

Agora, a ignorância religiosa vai se casar com a ignorância política. (…)  No mundo inteiro, a crise econômica e política favorece os líderes autoritários. Dentro dos impasses, geram-se os canalhas. ”

Arnaldo Jabor

Trecho do artigo “Confronto cultural”, do Professor Candido Mendes

outubro 21, 2012

“As explosões do mundo islâmico contra o filme e as caricaturas do profeta aguçam o seu conflito com o ocidente (…) A presunção da vigência universal da cidadania leva a imaginar o seu acatamento pelas outras culturas, no seio da modernidade.  Tal, porém, a esquecer o passado de envolvimento entre a Igreja e o Estado, a perdurar por milênios, de repúdio à blasfêmia e ao insulto à fé. A Inquisição no Ocidente manifestou este mesmo confronto, agora reforçado no Islã, pelos países da Sharia, e da religião de Estado.”

Professor Candido Mendes, eminente intelectual integrante do Conselho das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações