Archive for fevereiro \27\UTC 2017

AMAR É UM ATO REVOLUCIONÁRIO!

fevereiro 27, 2017

AMAR É UM ATO REVOLUCIONÁRIO! Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais.

“O que é mais fácil: amar ou odiar? Se tomarmos como parâmetro o marketing da violência proposto pelos meios de comunicação de massa, odiar é o caminho mais fácil. Não são raras as pessoas que colocam o preconceito, antes da aceitação, a dúvida, antes da compreensão, o medo, antes da coragem, o ódio, antes do amor…
Seriam ridículas as cartas de amor, perguntou certa vez o mestre Fernando Pessoa. Ele mesmo, nos citados versos, concluiu que mais ridículos são aqueles pessoas que nunca escreveram cartas de amor.
Mas quando falamos de amor, não pensamos apenas no amor romântico, que une duas pessoas, mas no amor fraternal em relação aos semelhantes, o amor à natureza, às outras espécies, a amizade, o carinho, o respeito, a tolerância, e diversas formas de amor que se expressam no nosso dia a dia e, muitas vezes, são desconsideradas.” (Continua; clique no link para continuar lendo)

Sustentabilidade e Democracia

amar_revolucionário

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado, mestre em ciências sociais.

O que é mais fácil: amar ou odiar? Se tomarmos como parâmetro o marketing da violência proposto pelos meios de comunicação de massa, odiar é o caminho mais fácil. Não são raras as pessoas que colocam o preconceito, antes da aceitação, a dúvida, antes da compreensão, o medo, antes da coragem, o ódio, antes do amor…
Seriam ridículas as cartas de amor, perguntou certa vez o mestre Fernando Pessoa. Ele mesmo, nos citados versos, concluiu que mais ridículos são aqueles pessoas que nunca escreveram cartas de amor.
Mas quando falamos de amor, não pensamos apenas no amor romântico, que une duas pessoas, mas no amor fraternal em relação aos semelhantes, o amor à natureza, às outras espécies, a amizade, o carinho, o respeito, a tolerância, e diversas formas de amor que se expressam no nosso dia a dia…

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Por que ainda sou um economista militante: o compromisso de um intelectual publico: Paul Krugman

fevereiro 25, 2017

Do Leonardo Boff: Por que ainda sou um economista militante: o compromisso de um intelectual público: Paul Krugman. 25/02/2017
Paul Krugman é um dos mais distinguidos economistas norte-americanos, prêmio Nobel na área em 2008. Para mim é um dos mais confiáveis analistas e críticos da linha convencional do neoliberalismo norte-atlântico, ao lado de forte sensibilidade social para com os postos à margem da atual crise econômico-financeira. Aqui ele expõe os motivos por que, além de professor universitário e pesquisador, se tornou, por razões éticas e de responsabilidade social de todo o saber, um militante, escrevendo toda semana seus comentários, reproduzidos no mundo inteiro. Publico aqui este seu testemunho pessoal porque o percurso feito por ele, é o mesmo que nós teólogos da libertação viemos fazendo a partir do final dos anos 60 do século passado: articular o estudo sério da teologia e das ciências afins com o compromisso social nos meios pobres e miseráveis, numa perspectiva de libertação a partir do capital libertário da Bíblia, da prática de Jesus e dos Apóstolos. Isso não diminuiu a profundidade necessária da reflexão teológica. Ao contrário, confere-lhe um enraizamento concreto na vida do povo, obrigando-nos a usar uma linguagem compreensível, fora do dialeto clássico da teologia acadêmica, tarefa nunca acabada e sempre por ser melhorada. Identifico-me com as posturas e tentações descritas por Paul Krugman, que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente nos espaços da ONU em 2001.
(Clique no link para ler a matéria)

Leonardo Boff

Paul Krugman é um dos mais distinguidos economistas norte-americanos, prêmio Nobel na área em 2008. Para mim é um dos mais confiáveis analistas e críticos da linha convencional do neoliberalismo norte-atlântico ao lado de forte sensibilidade social para com os postos à margem da atual crise econômico-financeira. Aqui ele expõe os motivos por que, além de professor universitário e pesquisador, se tornou, por razões éticas e de responsabilidade social de todo o saber, um militante, escrevendo toda semana seus comentários, reproduzidos no mundo inteiro. Publico aqui este seu testemunho pessoal porque o percurso feito por ele, é o mesmo que nós teólogos da libertação viemos fazendo a partir do final dos anos 60 do século passado: articular o estudo sério da teologia e das ciências afins com o compromisso social nos meios pobres e miseráveis, numa perspectiva de libertação a partir do capital libertário da Bíblia, da prática de Jesus…

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Bispos e movimentos sociais convocam desobediência civil nos EUA contra deportações de Trump

fevereiro 23, 2017

Bispos e movimentos sociais convocam desobediência civil nos EUA contra deportações de Trump:

Leonardo Boff

Donald Trump revela sinais característicos do Anti-Cristo. São Paulo diz que a nota mais clara do Anti-Cristo é a de ser “inimigo da vida”. Ele está demonstrando este perverso sinal. É cruel para com a vida dos inocentes, separados de suas famílias, rompe com a primeira virtude de todos os humanos que é a hospitalidade. A Terra é bem comum de todos. Os limites dos países não foram traçados por Deus. Todos têm direito de caminhar pela Casa Comum e ainda mais, gozam do direito de serem recebidos como irmãos-irmãs hóspedes. E também o dever de oferecer hospitalidade a todos estes. Porque diz a Palavra da Revelação: todos somos hóspedes e peregrinos neste mundo e somene Deus é o senhor da Terra que Ele a confiou a nós para ser a Casa Común para os humanos e para todos os seres vivos, nossos irmãos e irmãs. Quem hospeda o imigrante…

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Pintinhos são esmagados, moídos, afogados e queimados VIVOS em fazendas indianas

fevereiro 23, 2017

É ASSIM QUE AS PESSOAS QUE CONSOMEM CARNES, FINANCIANDO AS FÁBRICAS DA MORTE (MATADOUROS/ABATEDOUROS/AÇOUGUES/ETC) TRATAM – OU PATROCINAM ESTE TIPO DE TRATAMENTO – A OUTROS SERES SENCIENTES (QUE TÊM SENTIMENTOS E CAPACIDADE DE ENTENDIMENTO)!!!!
Uma investigação divulgada pela PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) revelou que pintinhos estão sendo queimados, afogados, esmagados e moídos vivos em grandes incubadoras e fazendas industriais indianas. Vídeos perturbadores mostrando o interior dessas fazendas foram obtidos pela PETA Índia. O flagrante mostra pintinhos machos e outras aves indesejadas pela indústria sendo brutalmente mortas por empregados nos estados de Andhra Pradesh e Telangana.
As imagens chocantes mostram pintinhos vivos sendo jogados em moedores, tonéis de água, enquanto tentam manter suas cabeças para fora d’água por até 30 minutos, sendo atirados ao fogo para queimarem até a morte, esmagados e asfixiados em grandes barris ou por pisoteamento, além de atirados em caçambas de caminhões, que os descarregam diretamente em viveiros de peixes para serem comidos vivos.
Como eles não crescem numa taxa tão elevada quanto as aves artificialmente selecionadas pela indústria de carnes, eles também não interessam a essa indústria.
A investigação secreta revelou que essas práticas brutais estão sendo implementadas por fazendas de propriedade de grandes produtores de ovos e carnes indianos, incluindo as incubadoras Srinivasa, que controlam 95% do mercado indiano de ovos, e a Suguna Foods, principal produtora de galinhas para o mercado de carnes.
Amparada na grotesca revelação, a PETA está clamando por ações das autoridades e solicitando ao público que se abstenha de consumir frango e ovos.
“De mutilações a confinamento severo em pequenas gaiolas, até moagem, afogamento e queima de pintinhos vivos, a única coisa que prospera na indústria avícola é a gritante crueldade contra os animais”, disse Ingrid Newkirk, fundadora da PETA.
“A única maneira de garantir que nenhum animal sofreu pelas nossas refeições é abandonando carne e ovos e nos tornando veganos”, acrescentou ela.
Fontes: Asian Correspondent / PETA
Nota do O Holocausto Animal: Embora as imagens desse flagrante sejam particularmente chocantes, trata-se de procedimento padrão adotado ao redor do mundo inteiro (incluindo no Brasil), o descarte de pintinhos machos pela indústria de ovos como “lixo residual”. O método mais empregado é a moagem – EM VIDA – desses animais, embora o simples descarte em contêineres e sacos de lixo também seja comum.

Algumas palavrinhas sobre levantar muros e excluir pessoas:

fevereiro 22, 2017

Permitam a um velho anarquista (humanista socialista libertário) dizer algumas palavrinhas sobre levantar muros e excluir pessoas.

Gostaria de lembrar aos elitistas, aos racistas, aos segregacionistas e outros tipos de egoístas sobre alguns dos poucos fatos da vida que podemos classificar de reais, não inventados, objetivos, não subjetivos. Fatos estes que são tão incontestáveis que sobre eles não poderia deixar de haver consenso geral, não fôssemos ainda tão primitivos e atrasados como espécie.

Vamos a eles:

1) Países e nacionalidades são meras construções, invenções arbitrárias, baseadas em aspectos subjetivos e historicamente circunscritos. Na realidade, existe APENAS UMA PÁTRIA: A Terra, e APENAS UMA NACIONALIDADE: A Humana.

2) Nós, humanos, somos todos feitos da mesma matéria, carne, sangue, ossos, etc, e todos, SEM EXCEÇÃO, nos tornaremos pó, ao fim desta vida, independentemente daquilo em que cada um acredite. NENHUM humano é basicamente diferente de outro, seja como espécie animal ou como sujeito de direitos.

Assim estamos, após tantos milênios de longo e árduo desenvolvimento da nossa “civilização”, ainda divididos entre dois grupos. Um, é o daqueles que supõem que construindo muros, cidadelas fortificadas, condomínios cercados e eletrificados, proibições e leis anti-humanas, sejam elas civis ou religiosas, vão conseguir viver isolados de seus IRMÃOS humanos.

O outro grupo é o de quem, como eu, não desistiu ainda de acreditar que só iremos conseguir evoluir ainda mais como espécie quanto mais formos capazes de construir PONTES E NÃO MUROS, de darmos as mãos uns aos outros, com empatia, compaixão e solidariedade, sem nos determos em aparentes (ilusórias) diferenças de cor, gênero, idade, crenças ou origem social.

“A dieta vegana é saudável”, afirma nutricionista brasileira

fevereiro 22, 2017

“A dieta vegana é saudável”, afirma nutricionista brasileira: É possível ter uma dieta com base em vegetais saudável? Profissionais da nutrição garantem que sim. De acordo com as principais associações de nutricionistas do mundo, deixar de consumir carne, ovos, leite e derivados pode ser até benéfico para a nossa saúde.

No intuito de conhecer um pouco mais sobre a nutrição vegana, entrevistamos a nutricionista Clarissa Casale Doimo, graduada pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-graduada em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Universidade de São Paulo (USP).
Clarissa Doimo nos esclareceu que é possível planejar corretamente uma dieta vegetal, adquirindo todos os nutrientes necessários para a boa saúde. Com exceção da vitamina B12, as demais vitaminas são encontradas em abundância no reino vegetal e funghi. Em contrapartida, de acordo com Clarissa, a carne não é capaz de fornecer a maioria dos nutrientes essenciais para o nosso corpo.

Ao final da matéria, deixaremos os contatos disponíveis para o leitor interessado em tirar alguma dúvida ou agendar uma consulta para um planejamento dietético particular. Acompanhe conosco a entrevista completa!

O Holocausto Animal

É possível ter uma dieta com base em vegetais saudável? Profissionais da nutrição garantem que sim. De acordo com as principais associações de nutricionistas do mundo, deixar de consumir carne, ovos, leite e derivados pode ser até benéfico para a nossa saúde.

No intuito de conhecer um pouco mais sobre a nutrição vegana, entrevistamos a nutricionista Clarissa Casale Doimo, graduada pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-graduada em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Universidade de São Paulo (USP).

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Investigação chocante revela crueldade em fazendas da JBS Friboi

fevereiro 21, 2017

LEIAM UM POUCO SOBRE AS ATROCIDADES E CRUELDADES QUE VOCÊS, COMEDORES DE CARNE, PATROCINAM E FINANCIAM!
Investigação chocante revela crueldade em fazendas da JBS Friboi:
Uma investigação feita pela Repórter Brasil, nas fazendas da empresa JBS, proprietária do grupo Friboi, constatou choques, socos e pauladas nos animais da pecuária.
A investigação, realizada entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016, com apoio da ONG norte-americana PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), foi feita em fazendas que fornecem gado à JBS, em quatro estados diferentes. A JBS é a maior produtora de carne do mundo e é proprietária das marcas Friboi e Swift.
As câmeras registraram fazendeiros separando bezerros das próprias mães, arremessando-os contra o chão e marcando o rosto deles com ferro em brasa. Além disso, a investigação flagrou funcionários chutando e dando choques elétricos em bois.

O Holocausto Animal

Uma investigação feita pela Repórter Brasil, nas fazendas da empresa JBS, proprietária do grupo Friboi, constatou choques, socos e pauladas nos animais da pecuária.

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Mercado tradicional de frutos do mar é condenado por crueldade contra lagosta

fevereiro 21, 2017

Um dos maiores mercados de frutos do mar de Sydney (Austrália) foi condenado por acusações de crueldade e concordou em pagar uma multa de 1.500 dólares.

“Psicologia cristã” é, em si mesmo, um termo aberrante, uma excrecência, tal e qual o termo “Guerra Santa”

fevereiro 21, 2017
Isto deveria ser tão óbvio, né??!! Mas, infelizmente, nada é óbvio para pessoas que têm seu senso crítico anestesiado (e, afinal, inteiramente apagado) por crenças religiosas. “Psicologia cristã” é, em si mesmo, um termo aberrante, uma excrecência, tal e qual o termo “Guerra Santa”, que – não por coincidência – também parece fazer sentido para os crentes, os religiosos, enfim o imenso rebanho de seguidores não-pensantes, acríticos. A partir do momento em que a Psicologia estivesse ligada a uma religião (qualquer uma), deixaria de ser uma metodologia científica facilitadora do conhecimento e auto-conhecimento, pois tenderia a segregar, isolar e condenar tudo o que fosse estranho e alheio a seus dogmas, como fazem todas as religiões ocidentais (monoteístas, abrâmicas), que são segregacionistas, preconceituosas, chauvinistas, misóginas e autoritárias, o que inviabiliza qualquer postura científica e raciocínio crítico.
 

ATTUALI MINACCE ALLA CONVIVENZA UMANA

fevereiro 20, 2017

L’onda d’odio che avanza nel mondo, e chiaramente in Brasile, discriminazioni contro afrodiscendenti, nordestini, indigeni, donne, LGBT e membri del PT, per non dire dei rifugiati e dei migranti respinti dall’ Europa, le misure autoritarie del Presidente Donald Trump contro immigranti mussulmani stanno facendo a pezzi il tessuto sociale della convivenza umana a livello internazionale e locale.

La convivenza è un dato essenziale della nostra natura, in quanto esseri umani, perché noi non esistiamo, co-esistiamo, non viviamo, conviviamo. Quando si dilacerano le relazioni di convivenza, qualcosa di inumano e violento avviene nella società e in generale nella nostra civiltà in franca decadenza.

La cultura del capitale oggi globalizzata non offre incentivi per coltivare il “noi” della convivenza, ma enfatizza l’ “io” dell’individualismo in tutti i campi. L’espressione maggiore di questo individualismo collettivo è la parola di Trump: “Al primo posto (first) degli USA”, e, interpretata correttamente, è “soltanto (only) gli USA”.

Abbiamo bisogno di riscattare la convivenza di tutti con tutti noi che abitiamo nella medesima Casa Comune. Divisi e discriminati percorreremo un cammino che potrà essere tragico per noi e per la vita sulla terra.

Notoriamente la parola “convivenza”, come riconosciuto da ricercatori stranieri (per esempio, un accademico tedesco T. Sundermeier Konvivenz und Differenz, 1995) ha come luogo di nascita due fonti brasiliane: nella pedagogia di Paulo Freire e nelle Comunità Ecclesiali di Base.

Leonardo Boff

L’onda d’odio che avanza nel mondo, e chiaramente in Brasile, discriminazioni contro afrodiscendenti, nordestini, indigeni, donne, LGBT e membri del PT, per non dire dei rifugiati e dei migranti respinti dall’ Europa, le misure autoritarie del Presidente Donald Trump contro immigranti mussulmani stanno facendo a pezzi il tessuto sociale della convivenza umana a livello internazionale e locale.

La convivenza è un dato essenziale della nostra natura, in quanto esseri umani, perché noi non esistiamo, co-esistiamo, non viviamo, conviviamo. Quando si dilacerano le relazioni di convivenza, qualcosa di inumano e violento avviene nella società e in generale nella nostra civiltà in franca decadenza.

La cultura del capitale oggi globalizzata non offre incentivi per coltivare il “noi” della convivenza, ma enfatizza l’ “io” dell’individualismo in tutti i campi. L’espressione maggiore di questo individualismo collettivo è la parola di Trump: “Al primo posto (first) degli USA”, e, interpretata correttamente, è “soltanto (only) gli…

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