Quem come carne, inevitavelmente, acabará sofrendo os efeitos disso:

Por um lado, eu fico – como todo mundo – escandalizado e indignado com mais um caso aterrador de corrupção gigantesca e descaso com os consumidores e cidadãos, como este agora da carne podre e adulterada . Por outro lado, devo confessar que sinto uma indisfarçável sensação de que há uma espécie de Justiça universal sendo cumprida. Afinal, como não canso de dizer, eu acredito que TODA E QUALQUER AÇÃO, de uma pessoa ou de uma coletividade, produz um resultado na exata proporção de sua intenção. Isto é, uma ação boa, justa ou correta, resultará também no bem, na justiça e na correção. E uma ação malévola ou maligna, SEJA CONSCIENTE OU NÃO, produzirá um resultado ruim, acarretando dor, tristeza, sofrimento e CASTIGO para quem assim atuou.
Concluindo, quem mata ou quem é conivente ou financia (como consumidor) a matança cruel e desumana de seres inocentes, acaba – fatalmente – sendo castigado por isso. Quem come carne, inevitavelmente, acabará sofrendo os efeitos disso: comendo carne podre, adulterada com ácidos nocivos à sua saúde, misturada com papelão, ou qualquer outra coisa parecida ou pior.
PENSE NISSO E – POR COMPAIXÃO JUSTA OU SIMPLESMENTE POR CUIDADOS COM A SAÚDE, PARE DE COMER CARNE E FINANCIAR A MATANÇA CRUEL DE SERES INOCENTES, DOTADOS DE CAPACIDADE DE ENTENDIMENTO E DE SENTIMENTOS! ABANDONE A CRUELDADE! ADOTE A COMPAIXÃO! SEJA VEGETARIANO. POR UM MUNDO DE PAZ E IGUALDADE PARA TODAS AS CRIATURAS, NÃO SOMENTE AS HUMANAS!

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (17) a Operação Carne Fraca para combater corrupção de agentes públicos federais e crimes contra Saúde Pública. O esquema seria liderado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio e envolve empresas líderes do mercado. Foram detectadas fraudes na JBS, BRF e Seara. Executivos do frigorífico JBS foram presos. O superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, Gil Bueno de Magalhães, também está entre os alvos da operação. Ele é indicação de parte da bancada de deputados federais do Paraná.

Em quase dois anos de investigação, a Polícia Federal detectou que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura nos estados do Paraná, de Minas Gerais e Goiás “atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público”. Algumas empresas chegavam a comprar notas fiscais falsas para justificar a compra de carne podre. Era utilizado ácido ascórbico para maquiar as carnes.

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