“Psicologia cristã” é, em si mesmo, um termo aberrante, uma excrecência, tal e qual o termo “Guerra Santa”

Isto deveria ser tão óbvio, né??!! Mas, infelizmente, nada é óbvio para pessoas que têm seu senso crítico anestesiado (e, afinal, inteiramente apagado) por crenças religiosas. “Psicologia cristã” é, em si mesmo, um termo aberrante, uma excrecência, tal e qual o termo “Guerra Santa”, que – não por coincidência – também parece fazer sentido para os crentes, os religiosos, enfim o imenso rebanho de seguidores não-pensantes, acríticos. A partir do momento em que a Psicologia estivesse ligada a uma religião (qualquer uma), deixaria de ser uma metodologia científica facilitadora do conhecimento e auto-conhecimento, pois tenderia a segregar, isolar e condenar tudo o que fosse estranho e alheio a seus dogmas, como fazem todas as religiões ocidentais (monoteístas, abrâmicas), que são segregacionistas, preconceituosas, chauvinistas, misóginas e autoritárias, o que inviabiliza qualquer postura científica e raciocínio crítico.
 
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